Reflorindo
"Nossa maior tragédia é não saber o que fazer com a vida"
“Com o tempo, você vai percebendo que, para ser feliz, você precisa aprender a gostar de você, a cuidar de você e, principalmente, a gostar de quem também gosta de você.”
Mário Quintana  

“Ô moço, não quero buquê de flores não, quero muito mais que isso. Quero deitar-me contigo para observar as estrelas e ouvir-te dizer que sou a mulher da tua vida. Quero ter uma, duas, três chances de ser feliz ao seu lado, e se estas fracassarem quero que recomeces a contar. Um cafuné cai muito bem moço, sem erro. Te peço que não me faça chorar, já que durante a vida vários dedicaram-se a isso. Não arranque flores da terra, pois elas são muito mais bonitas lá, também não incentive que as pessoas arranquem moço. Presentei-me com tudo de bom que há dentro de você, com todo o romantismo que possas possuir e eu te retribuirei com todo o meu amor, que hoje já é teu.”
Mas moço, esquece essa história de buquê de rosas. Gláucia Matos 

“Fui ao teatro, sentei-me na ultima fileira e fiquei a observar os casais que lá estavam: Uns usavam o celular para enviar mensagens, outros se fotografavam e alguns apenas estavam presentes de corpo. O espetáculo começou e as pessoas dispersaram de seus afazeres, era uma linda peça e a entrada não foi muito barata. Ouvi um estrondo, era um casal que acabara de chegar. A moça resmungava algo sobre o atraso dos dois e dizia que não fez hora extra por uma semana para assistir meia peça teatral, o rapaz sorria e só pedia para que a namorada ficasse calma. Era um belo casal, assistiram o restante do espetáculo em silêncio e continuaram sentados quando acabou. Ele comentava com uma grande empolgação nas palavras, dizia que finalmente tinha entendido a paixão dela por teatro e que daquele dia em diante faria do teatro o programa principal dos dois. A garota aproveitou um momento em que ele ficou em silêncio para perguntar porque ele demorou tanto a buscá-la em casa e ele parecia não ter respostas, se embolava nas palavras e ria de forma desconexa. Então ele pegou um saquinho de papel pardo do bolso e dentro dele havia um par de alianças, o que foi suficiente para fazer a moça chorar por alguns minutos. O rapaz se ajoelhou e segurou sua mão - como costuma acontecer em filmes-, a olhava com ternura e a pediu em noivado, pedido que foi prontamente aceito e selado com um beijinho rápido. O casal saiu da sala e eu continuei por lá, pensando no quanto fui agraciada por assistir um momento lindo como aquele e que sem sombra de dúvidas, foi mais emocionante que a peça.”
As vezes as coisas mais belas não estão em foco. Gláucia Matos

aflorear-deactivated20140414 asked: Quão amável és o seu cantinho,moça ♥ Puro encanto!

Que doçura Lia, seja bem vinda pelos cantos de cá. <3


“Percebo que hoje em dia tudo anda meio sem limites. Um se mete na vida do outro, o outro se mete na vida do um. Assim, sem a menor cerimônia, sem pedir licença. E não gosto. Sabe por quê? Sou reservada.”
Clarissa Corrêa.

“Eu sou uma daquelas pessoas que espera pelo dia seguinte para ver aquela pessoa que tanto gosta. Que espera pelo horário de trânsito livre para sair na rua e que tudo esteja em plena ordem. Que chora por algo triste ter acontecido mas depois enxuga as lágrimas e recomeça. Eu sou uma daquelas pessoas que espera pela chuva nos dias de calor e que espera pelo sol nos dias chuvosos. Daquelas pessoas que espera por algo que nunca acontece, mas não desiste porque a esperança vive dentro das veias. Eu sou uma daquelas pessoas que espera pelos sonhos tomando corpo. Daquelas cheias de desejos lacrados e pensamentos recônditos, idéias absurdas e vazios rasos, a ponto de explodir. Eu sou uma, dos milhares, que já passou dias intermináveis juntando pedaços do coração e juntando-os pacientemente com fita crepe. Sou daquele tipo que se afasta e segue para um mundo de pensamentos para desligar-se um pouco dessa realidade e sentir-se menos preso, com os pulmões abertos e os olhos cerrados. Eu sou uma daquelas pessoas que espera que os outros compreendam a necessidade existente em mim de esquecer-me dos pesos carregados nas costas e dos medos crônicos. Daquelas pessoas que espera por abraços silenciosos com gosto de primavera em noites de inverno. E beijos quentes, quando tudo se enche de gelo. Faço parte daquele grupo de pessoas que espera pelo inesperado. Que sonha com o impossível. Que deseja o inalcançável. Sou uma das pessoas que espera para ouvir notas de composições sopradas em clarineta. Ou apenas a música silenciosa que ressoa entre os olhares. Estou entre aqueles que esperam que alguém perceba nossos sorrisos, e saiba cuidar de cada um deles. Sou apenas mais uma das pessoas que não suporta um desapontamento nos primeiros minutos. Mas que aprende a conviver com ele, para poder seguir em frente. Assim como faz com muitas pessoas e fatos indesejáveis. Mais uma das pessoas que se esquece de muitas coisas, porém não daquilo que já tocou meu coração no mais profundo músculo. Não daqueles que já me ergueram alguma vez, com um simples entoar de voz calma, capaz de sossegar meus nervos. Sou apenas mais uma daquelas pessoas que insiste em não desistir, independente do que me espera. E que sabe o quanto dói o fim de uma esperança. Mas também o quão maravilhosa é a realização desta. Apenas mais uma. Mais uma daquelas pessoas que já pisaram em espinhos, deram-se de encontro com portas fechadas, receberam incontáveis “nãos”, perderam muitas coisas que mais tarde desejaram nunca terem encontrado. Fizeram muitas orações que parecem nunca terem sido ouvidas. Mais uma, mais uma. Que, apesar dos pesares, dos socos, dos pontapés e das tardes quentes que nunca choveram. Que apesar do trânsito que nunca desatou, do coração que nunca remendou ou do esperado que jamais aconteceu, não desistiu. Sou uma daquelas, entre milhões, que continuam. Com dores pequenas ou não, com dores humanas. E eu sou mais um desses humanos que às vezes choram e às vezes sorriem à beça. Mais um daqueles humanos que vivem, apesar. E que sonham, apesar. E que são, seja lá o que for “ser”.”
Bruno Grey e Rio-doce

“Mais uma coisa. Você não pode ter medo que as pessoas te machuquem, viu. Porque as pessoas vão te machucar de vez em quando, até mesmo aqueles que você mais confia e admira. Não vão fazer por mal, mas somente porque são humanos. Cometemos erros ridículos com pessoas maravilhosas. Faz parte. Não esquece que cada um é cada um. Somos diferentes.”
Caio Fernando Abreu. 

“Acabei me afastando de algumas pessoas. A gente sente direitinho quem quer o nosso bem. Se eu estou feliz e você gosta de mim, por favor fique feliz também. Se a sua vida é uma desgraça, desculpa, não tenho culpa. Se os seus sonhos e planos não deram certo, por gentileza, não descarregue em mim. Também tenho sonhos e planos que não se concretizaram e nem por isso sou amargo. Nem por isso não desejo a sua felicidade. Sempre disse e repito: é fácil ser solidário quando tudo está uma merda. É fácil esticar a mão, ficar ao lado, ouvir as tragédias. Difícil mesmo é ficar feliz lá no fundo quando o outro conquista alguma coisa. Quando ele se dá bem. Quando ele está com o coração sorrindo. A gente percebe direitinho sorrisos amarelos, olhares não sinceros. Acho isso tão pequeno. Se você gosta de alguém, se é amigo de alguém é obrigação ficar feliz pela pessoa.”
Clarissa Corrêa.   

“Você pode conhecer vinte caras bonitos e que te entendem muito bem, dez caras legais que cuidam de você como se fosse um diamante precioso, uns outros tantos inteligentes, atraentes, bacanas e engraçados em ordem aleatória. Nenhum deles te encanta. Por que? Falta o tão chamado click, aquele jeito especial que ninguém explica. Pode ser o jeito de mexer no cabelo, a forma como ele te olha, que conversa contigo ou até mesmo um jeito secreto que nem o profeta mais sábio percebe, mas que está lá, você pode ver. Entre tantos milhares, talvez um ou outro se salve ao filtro do “‘jeito”, e daí você percebe: é esse que eu quero abraçar e não largar mais, com quem eu quero me enrolar embaixo de cobertores e com quem eu quero dividir todos meus segredos. Baseado no quê? Num jeito inexplicável ao resto do mundo.”
Martha Medeiros.   

“Às vezes tudo que a gente precisa é de alguém do lado, perto, dando a mão, olhando no fundo dos nossos olhos (com aquele sorriso que tem efeito calmante) e dizendo “não te preocupa, tudo vai acabar bem”.”
Clarissa Corrêa 

THEME